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Telma Shimizu
Delicadeza, rigor e a construção silenciosa de uma cozinha essencial. À frente dos restaurantes Aizomê , nos Jardins e na Japan House São Paulo, além do Aizomê Café , Telma Shimizu construiu uma das trajetórias mais consistentes e respeitadas da gastronomia japonesa no Brasil. Seu trabalho nunca buscou ruído. Ao contrário: sempre se apoiou na precisão, no equilíbrio e na ideia de que a cozinha é, antes de tudo, expressão cultural. Formada em um ambiente que valoriza técnica,
6 de jan.2 min de leitura


A cozinha como segunda carreira: por que a gastronomia virou recomeço profissional após os 30, 40 e 50 anos
Cada vez mais profissionais escolhem a gastronomia como segunda carreira após os 30, 40 ou 50 anos. Um retrato do food service como recomeço em 2026.
6 de jan.3 min de leitura


Janeiro em ebulição: quem fecha, quem muda e quem reabre diferente no mercado gastronômico em 2026
Janeiro revela quem fecha, quem muda e quem reabre diferente no food service. Entenda por que o mês mais silencioso é o mais decisivo de 2026.
5 de jan.3 min de leitura


O preço do silêncio: por que alguns restaurantes escolhem ficar fora das redes sociais e ainda assim lotam
Restaurantes que abrem mão das redes sociais desafiam o algoritmo e apostam no silêncio como valor. Uma análise sobre presença, experiência e permanência.
5 de jan.3 min de leitura


Gastronomia e biomas ameaçados: os projetos que salvam ingredientes e preservam culturas
Por trás de cada prato servido nos grandes restaurantes, existe um ingrediente que carrega história, território e identidade. Mas muitos desses sabores correm o risco de desaparecer — não por esquecimento, e sim por ameaças ambientais que colocam em perigo os biomas brasileiros e a biodiversidade que sustenta nossa alimentação. Diante desse cenário, um novo movimento cresce entre chefs, produtores e pesquisadores: o de cozinhar para preservar . Cerrado, Caatinga e Pantanal:
3 de jan.2 min de leitura


Boteco: o templo brasileiro da sociabilidade
De balcões de azulejo a petiscos icônicos, os botecos contam a história do Brasil — de suas misturas culturais à arte de transformar o...
2 de jan.4 min de leitura


O que fazer com as sobras do Ano Novo: 6 receitas criativas para reaproveitar a ceia
No dia seguinte à virada, a geladeira brasileira parece um retrato da própria ceia: travessas de arroz, pedaços de pernil, restos de...
1 de jan.3 min de leitura


Da ceia ao café da manhã do dia 1º: os sabores da ressaca
Há um tipo de refeição que não aparece em livro de receitas, nem tem hora marcada: o café da manhã do dia 1º de janeiro .Depois da ceia...
31 de dez. de 20253 min de leitura


O sabor da virada: o que o brasileiro come (e por quê) no Ano Novo
No Brasil, a passagem de ano é muito mais do que um marco no calendário — é um verdadeiro ritual à mesa. A ceia do Réveillon carrega...
30 de dez. de 20253 min de leitura


Histórias da Culinária: O sal
Sal: o tempero que moveu impérios Antes de ser o tempero mais banal da mesa, o sal foi sinônimo de vida, riqueza e disputa. Nenhum outro ingrediente atravessou com tanta força os caminhos da história humana — da Antiguidade às prateleiras modernas. As civilizações mais antigas já o veneravam. No Egito, o sal era usado para conservar carnes, peixes e, sobretudo, corpos — sem ele, o processo de mumificação não existiria. Os romanos o transformaram em instrumento de poder: a pal
30 de dez. de 20252 min de leitura


Cortes e culturas: o que separa (e aproxima) o gado brasileiro do argentino
Quando o assunto é carne, poucas rivalidades são tão saborosas quanto a de Brasil e Argentina. Os dois países dividem a paixão pelo churrasco, mas divergem — e muito — na forma de cortar, preparar e entender o que é uma boa carne. Por trás de um simples pedaço de picanha ou bife de chorizo, há séculos de história, colonização e tradição que moldaram dois estilos distintos de se relacionar com o gado. Cortes de carnes argentinos são diferentes dos cortes brasileiros A origem d
26 de dez. de 20253 min de leitura


Mise en place: a arte de preparar a mesa — e por que ela ainda importa
Mesmo em tempos de refeições apressadas, o ato de arrumar a mesa segue como um gesto de cuidado, memória e cultura. À primeira vista,...
24 de dez. de 20253 min de leitura


História da Culinária: Beef Wellington
O beef Wellington é um dos pratos mais icônicos da alta gastronomia. Carne macia, envolta em duxelles de cogumelos e presunto cru,...
23 de dez. de 20252 min de leitura


Gastronomia e clima: como chefs adaptam menus em regiões afetadas pelas mudanças climáticas
Secas mais longas, enchentes, ondas de calor e perda de biodiversidade: as mudanças climáticas não afetam apenas o campo, mas também o prato. De norte a sul do Brasil — e em diversas partes do mundo — chefs e produtores já sentem os impactos diretos das transformações ambientais nas colheitas, no sabor e na disponibilidade dos ingredientes. E diante desse novo cenário, a gastronomia responde com o que tem de melhor: criatividade e adaptação . Ingredientes em risco e novos sab
21 de dez. de 20252 min de leitura


O futuro dos alimentos impressos em 3D e da gastronomia de precisão
Durante anos, a ideia de “imprimir comida” parecia coisa de filme futurista. Hoje, é uma realidade em expansão — e uma das fronteiras mais empolgantes da gastronomia contemporânea. A impressão 3D de alimentos combina engenharia, ciência de dados e culinária de precisão para criar pratos totalmente personalizados, camada por camada, a partir de ingredientes naturais transformados em pastas, purês ou massas. De sobremesas artísticas a refeições balanceadas para hospitais e astr
20 de dez. de 20252 min de leitura


A doçura proibida: a história moral e cultural do açúcar, do luxo à culpa
A história do açúcar é também a história de como o prazer e a culpa caminham juntos na alimentação humana. Hoje ele é tratado como um inimigo da saúde, mas durante séculos o açúcar foi um artigo de luxo, reservado aos reis, papas e nobres. Um produto raro, caro e profundamente simbólico — associado à pureza, à energia e até à graça divina. Antes de ser banalizado nas prateleiras dos supermercados, o açúcar foi mercadoria de prestígio. Chegou à Europa medieval trazido pelos á
18 de dez. de 20253 min de leitura


O papel dos microvermes e insetos na proteína alimentar
Durante séculos, o Ocidente tratou a ideia de comer insetos como algo inimaginável — quase um instinto de repulsa. Criamos uma divisão tácita entre o que pertence ao prato e o que pertence ao chão da floresta. Enquanto isso, em países da Ásia, África e América Latina, o consumo de insetos seguiu seu curso sem drama algum: grilos, formigas, larvas e microvermes sempre foram alimento legítimo, energético, culturalmente integrado. O que para uns era extravagância, para outros se
10 de dez. de 20253 min de leitura


Histórias da Culinária: O cheesecake
O cheesecake, hoje um dos doces mais famosos do mundo, tem origens muito mais antigas do que se imagina. Registros apontam que, na Grécia Antiga, já se preparava uma versão primitiva do doce, feito com queijo fresco, mel e trigo. Mas como? Fatia de cheesecake clássica com calda de frutas vermelhas. Os gregos ofereciam cheesecake aos atletas olímpicos como fonte de energia. Com a expansão do Império Romano, a receita se espalhou pela Europa, ganhando variações em diferentes re
9 de dez. de 20251 min de leitura


A influência árabe no Brasil: entre padarias, mourarias e memórias de um povo que não se esquece de suas raízes
Durante décadas, a presença árabe no Brasil foi tratada como um detalhe exótico — uma nota de rodapé em livros escolares que resumiam séculos de migrações a palavras como “turcos”, “mascates” e “esfiha”. O tempo, no entanto, tratou de revelar que se enganava quem pensava ser essa influência apenas gastronômica. Ela é urbana, afetiva, política e, sobretudo, persistente. São Paulo talvez seja o epicentro mais evidente dessa história. As primeiras padarias libanesas e sírias que
9 de dez. de 20252 min de leitura


Como terminar o ano com equipe motivada e cardápio leve
Dezembro sempre chega com esse paradoxo curioso do food service brasileiro. A demanda explode, o salão lota, o delivery dispara… e, ao mesmo tempo, a equipe sente o peso acumulado do ano inteiro. O calor parece mais quente dentro da cozinha, a pressão aumenta e cada pedido que entra carrega a sensação de que o relógio está andando um pouco mais rápido que o normal. É justamente neste mês, quando tudo fica mais intenso, que o olhar precisa mudar. Dezembro não pede pratos mais
8 de dez. de 20253 min de leitura
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