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O mercado de influenciadores na gastronomia: quem ainda influencia, quem perdeu força e o que realmente move o público em 2026
O mercado de influenciadores gastronômicos mudou. Veja quem ainda influencia de verdade, quem perdeu força e como restaurantes avaliam esse cenário em 2026.
20 de jan.3 min de leitura


Os bares na dianteira da gastronomia paulistana
Durante muito tempo, a gastronomia de São Paulo foi medida pelo brilho de seus grandes restaurantes. Hoje, olhando o mercado de forma honesta e atenta, é impossível não reconhecer, os bares assumiram a dianteira da cena gastronômica da cidade. Não por acaso. Os bares entenderam antes de muitos restaurantes o que o público contemporâneo busca: informalidade sem descuido, criatividade sem afetação, técnica sem rigidez. São espaços onde a comida deixou de ser “acompanhamento” pa
20 de jan.2 min de leitura


Mama-cadela no Cerrado: o alimento que antecede o Brasil escrito
Há alimentos que entram para a história por decreto, por receita registrada ou por comércio organizado. Outros, mais discretos, simplesmente permanecem. A mama-cadela pertence a esta segunda categoria. Fruto nativo do Cerrado brasileiro, ela não se anunciou como descoberta nem pediu lugar à mesa nacional; esteve sempre ali, atravessando o tempo como parte do cenário, do gesto cotidiano e da sobrevivência silenciosa de quem aprendeu a comer observando a terra. Antes que o Bras
20 de jan.3 min de leitura


Cardápios em modo Carnaval: como bares e restaurantes se adaptam à maior maratona gastronômica do ano
Durante o Carnaval, bares e restaurantes ajustam cardápios, drinks e operação para enfrentar calor, volume e ritmo intenso. Veja como o setor se adapta.
20 de jan.2 min de leitura


O que o BBB revela sobre o Brasil à mesa: hábitos, conflitos e afetos no confinamento
O BBB expõe como a escassez transforma a relação com a comida. Conflitos, afetos e hábitos à mesa revelam muito sobre o Brasil contemporâneo.
19 de jan.3 min de leitura


Culinária ritualística nas Américas: como incas, maias, astecas e povos indígenas transformaram comida em rito
A culinária ritualística nas Américas revela como incas, maias, astecas e povos indígenas transformaram comida em rito, identidade e ligação com o sagrado.
19 de jan.3 min de leitura


Quando a comida vira medalha
Como prêmios moldam restaurantes, desejos e o comportamento de quem senta à mesa Há um momento, quase imperceptível, em que um restaurante deixa de ser apenas um lugar onde se come bem e passa a ser um lugar que “precisa” ser vivido. Esse instante não nasce apenas do talento do cozinheiro, da qualidade do produto ou da harmonia do serviço. Ele costuma vir carimbado, impresso, chancelado por um selo, uma estrela, um ranking, um troféu. A partir dali, a comida já não é só comid
16 de jan.3 min de leitura


Histórias da culinária: o croissant e a arte de transformar simplicidade em símbolo
Poucos alimentos carregam uma imagem tão poderosa quanto o croissant. Ele não é apenas um pão: é um signo cultural. Evoca cafés parisienses, manhãs lentas, jornais abertos sobre a mesa, manteiga ainda morna escorrendo entre as camadas. Mas, como quase tudo na culinária europeia, sua história é menos linear — e mais híbrida — do que o imaginário francês costuma admitir. A origem do croissant remonta à Áustria do século XVII, mais especificamente ao kipferl , um pão em formato
12 de jan.2 min de leitura


O fim do cardápio fixo: por que menus mutáveis estão redesenhando a gastronomia em 2026
Durante muito tempo, o cardápio fixo foi sinônimo de estabilidade. Ele organizava a cozinha, orientava o cliente e sustentava uma promessa silenciosa de previsibilidade. Saber o que pedir, reconhecer pratos, retornar por um clássico da casa tudo isso estruturou a relação entre restaurante e público ao longo do século XX. Em 2026, essa lógica começa a ruir de forma consistente. O que emerge em seu lugar são menus instáveis, mutáveis, que se transformam semanalmente ou até dia
9 de jan.3 min de leitura


Bruno Salomão
Quando o fogo americano encontra o tempero brasileiro. Nascido em São Luís, no Maranhão, Bruno Salomão cresceu cercado por referências que misturam tradição, improviso e identidade regional — elementos que mais tarde se tornariam a base de sua cozinha. Formado pelo Senac São Paulo, ele construiu uma trajetória pouco linear, marcada menos por atalhos e mais por tempo de fogo: estudo, prática, erros, ajustes e uma curiosidade constante sobre técnicas e culturas gastronômicas di
8 de jan.2 min de leitura


O novo mapa do consumo fora de casa em 2026: como as pessoas realmente estão comendo fora do horário tradicional
Horários quebrados, refeições solitárias e pedidos fora do padrão estão redesenhando o consumo fora de casa em 2026. Veja como as pessoas realmente comem hoje.
8 de jan.3 min de leitura


Menus mais curtos, escolhas mais difíceis: por que restaurantes estão reduzindo drasticamente seus cardápios
Restaurantes estão reduzindo seus cardápios para ganhar foco, identidade e eficiência. Entenda como menus mais curtos mudam a experiência do cliente.
7 de jan.2 min de leitura


Histórias da Culinária: O Café
Café: o grão que moveu o mundo — e acordou o Brasil Antes de ser aroma de manhã, o café foi revolução. Poucos produtos atravessaram...
6 de jan.4 min de leitura


Depois das festas, outro apetite: o que o consumidor realmente quer comer em janeiro de 2026
Após os excessos das festas, o consumo muda em janeiro. Veja o que some dos pedidos, o que volta ao prato e como isso impacta os restaurantes em 2026.
6 de jan.3 min de leitura


Telma Shimizu
Delicadeza, rigor e a construção silenciosa de uma cozinha essencial. À frente dos restaurantes Aizomê , nos Jardins e na Japan House São Paulo, além do Aizomê Café , Telma Shimizu construiu uma das trajetórias mais consistentes e respeitadas da gastronomia japonesa no Brasil. Seu trabalho nunca buscou ruído. Ao contrário: sempre se apoiou na precisão, no equilíbrio e na ideia de que a cozinha é, antes de tudo, expressão cultural. Formada em um ambiente que valoriza técnica,
6 de jan.2 min de leitura


A cozinha como segunda carreira: por que a gastronomia virou recomeço profissional após os 30, 40 e 50 anos
Cada vez mais profissionais escolhem a gastronomia como segunda carreira após os 30, 40 ou 50 anos. Um retrato do food service como recomeço em 2026.
6 de jan.3 min de leitura


Janeiro em ebulição: quem fecha, quem muda e quem reabre diferente no mercado gastronômico em 2026
Janeiro revela quem fecha, quem muda e quem reabre diferente no food service. Entenda por que o mês mais silencioso é o mais decisivo de 2026.
5 de jan.3 min de leitura


O preço do silêncio: por que alguns restaurantes escolhem ficar fora das redes sociais e ainda assim lotam
Restaurantes que abrem mão das redes sociais desafiam o algoritmo e apostam no silêncio como valor. Uma análise sobre presença, experiência e permanência.
5 de jan.3 min de leitura


Gastronomia e biomas ameaçados: os projetos que salvam ingredientes e preservam culturas
Por trás de cada prato servido nos grandes restaurantes, existe um ingrediente que carrega história, território e identidade. Mas muitos desses sabores correm o risco de desaparecer — não por esquecimento, e sim por ameaças ambientais que colocam em perigo os biomas brasileiros e a biodiversidade que sustenta nossa alimentação. Diante desse cenário, um novo movimento cresce entre chefs, produtores e pesquisadores: o de cozinhar para preservar . Cerrado, Caatinga e Pantanal:
3 de jan.2 min de leitura


Boteco: o templo brasileiro da sociabilidade
De balcões de azulejo a petiscos icônicos, os botecos contam a história do Brasil — de suas misturas culturais à arte de transformar o...
2 de jan.4 min de leitura
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