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A marmita e a cidade: o alimento que atravessa o dia junto com o corpo
Poucos objetos dizem tanto sobre a organização silenciosa da vida urbana brasileira quanto a marmita. Discreta, funcional, raramente exibida com orgulho explícito, ela atravessa a cidade fechada, carregada junto ao corpo, como se transportasse algo mais do que comida. Dentro dela, viajam tempo economizado, dinheiro contado, afeto condensado e uma disciplina cotidiana que raramente encontra espaço nos discursos sobre modernidade, consumo ou prazer à mesa. A marmita não nasceu
há 2 dias4 min de leitura
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