top of page
Buscar


A crise do cacau expõe um mercado construído entre desejo, exploração e memória afetiva
Durante muito tempo, o chocolate ocupou no imaginário ocidental uma posição curiosa: era simultaneamente consolo infantil e luxo civilizado, prêmio doméstico e mercadoria colonial, pequena indulgência cotidiana e símbolo sofisticado de distinção social. Poucos alimentos conseguiram circular com tamanha facilidade entre extremos emocionais tão distintos. No Brasil, sobretudo, o chocolate sempre pareceu possuir uma espécie de imunidade afetiva; mesmo caro, mesmo supérfluo em mu
há 2 dias4 min de leitura
bottom of page
%20(1).png)